SOBRE NÓS

Somos um carisma novo na Igreja. Vivemos o Louvor e adoração, porque o Amor não é amado.

A Comunidade Católica Missionária Mariana Filhos de Sião é uma Associação Privada de Fieis reconhecida em caráter “ad experimentum”, pelo bispo diocesano de Sobral, com personalidade jurídica, segundo os cânones 215, 298, 299, 305 e 322 do Código de Direito Canônico.

Fundada em 05 de julho de 1998, na cidade de Marco/CE, por Vander Lúcia Menezes Farias, após ouvir o grito de São Francisco: o Amor não é amado, o Amor não é amado.

O fundamento da Comunidade Filhos de Sião é o amor incondicional a Jesus Cristo e a sua Igreja por meio do Louvor e da Adoração.

A Comunidade é formada de mulheres e homens; jovens e adultos; solteiros, casados e celibatários; que atraídos por Deus, ofertam-se ao Senhor Jesus para viverem comunitariamente na modalidade de Vida ou Aliança o Carisma que nos foi confiado: Louvar e Adorar o Amor que não é amado. Tal vivência inspira-se na prática dos Conselhos Evangélicos, adaptada à vida secular.

VIRGEM DE SIÃO

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Maria Santíssima é o modelo de ser do Filho de Sião, porque o Concílio Vaticano II a chamou de “Excelsa Filha de Sião, que sobressai entre os humildes e pobres do Senhor”. (LG, 55).  Maria é Filha de Sião, porque é filha de Israel. Ela foi fiel e obediente à Antiga Aliança e continuadora da esperança no cumprimento das promessas de Deus ao seu povo. (Mil anos antes de Cristo o Rei Davi conquistou a fortaleza de Sião (2Sm 5,7) e nela estabeleceu a capital de seu reino. Lá seu filho Salomão construiu o primeiro templo de Jerusalém, como morada de Javé, o Senhor Deus de Israel. Desde então, Sião significa não apenas um lugar geográfico, a colina do templo, mas também a cidade de Jerusalém, da qual é sinônimo, e até o povo de Israel.)Alegra-te, filha de Sião… Eis que o teu rei vem ao teu encontro”. (Zc 9,9).

ESPIRITUALIDADE

O Louvor é uma constante em nossa Vocação. Ele não pode faltar em nenhuma circunstância, principalmente nos momentos de sofrimento, de dor e de provação.  Ele é, para nós, motivo de vitória (Sl 149 – O Triunfo de Israel).  O Filho de Sião não murmura diante da dor, mas sabe que nessa hora o Pai espera de cada um o perfeito louvor.

Adoremos a Jesus com a certeza de que Ele não é amado! Nosso interior é inclinado a estar na presença de Deus para ama-Lo. Na adoração, não nos preocupemos em pedir, mas em amar, pois Deus conhece todas as nossas necessidades.

A CRUZ: NOSSO SINAL

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        O Sinal da Comunidade Filhos de Sião é uma Cruz composta de acordo com as seguintes regras comuns:

  • De madeira, para cobrar de nós a virtude da humildade e da obediência e em referência a história da nossa salvação;
  • Sem o Cristo, para lembrar que abraçamos uma nova vida, que morremos uma vez por toda para o pecado e nascemos para Deus e porque Cristo ressuscitou, e como Cristo, nós também ressuscitamos do pecado para a vida nova;
  • Confeccionada artesanalmente, para nos lembrar que somos servos;
  • Nela é pirografado o nome Siyyõn em Hebraico, transliterado para o Latim e uma língua de fogo. Siyyõn está expresso no sinal para lembrar que Deus, em seu amor, chama-nos pelo nome a uma missão;
  • Nossa Cruz é reta e sem emendas, para entendermos que o Pai e o Filho se deram por inteiro e assim também nós devemos fazer o mesmo, visto que o Pai está sempre animado de ardente Amor por Jerusalém e por Sião. (Zac 1,14);
  • Portamos a Cruz, porque nela Cristo Jesus venceu a morte e abriu-nos a porta do céu. A Cruz é para o Filho de Sião a declaração do amor eterno de Deus e de Cristo Jesus por cada um de nós.

BALUARTES

São eles: São Francisco, São Camilo e Santa Teresinha.

O Louvor e a Adoração são marcas indeléveis dos Filhos de Sião. Herdamos de São Francisco de Assis, baluarte da Vocação, a inspiração do nosso Carisma. São Francisco rompeu nossa surdez com o grito: O Amor não é amado, o Amor não é amado.

A vida Missionária e Apostólica na Comunidade tem como pai São Camilo de Lellis. Ele nos ensina: “Mãos sujas são as que ‘retêm algo’, que não se abrem para dar-se. A pureza das mãos não é um fato higiênico. É questão de coração”. “Quem ama sabe o que deve fazer”. (BAUTISTA, 1999, p.167).

Na vida de Santa Teresinha, inspiramos nossa pobreza: “Meu único objetivo é, de fato, fazer a vontade divina, sem procurar alegria ou repouso: Abandono-me inteiramente, seja para viver, para morrer, para ficar curada e ir para Cochinchina se Deus assim quiser”. (COTIA, 1986, p. 128).

RECONHECIMENTO DIOCESANO

A nível eclesial, Dom Antônio Fernando Saburido (OSB), nos aprovou no dia 31 de julho de 2009 em caráter “ad experimentum” por um período de cinco anos. Vencida essa etapa, Dom Odelir José Magre (MCCJ) nos aprova por um período de mais três anos de caráter “ad experimentum”. Transcorrido esse período, Dom José Luíz Gomes de Vasconcelos, fez visita canônica à Comunidade e participou de uma Assembleia para análise dos estatutos. Aguardamos ansiosos sua benção aprobatória ao ritmo de louvores, súplicas, vigílias e orações.

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